Paulo Lopo, presidente do CF Estrela da Amadora, defendeu uma reformulação profunda da Supertaça de Portugal, propondo um novo modelo competitivo com quatro equipas. A sugestão surgiu durante a apresentação do seu livro Reformar para Vencer, em declarações ao jornal A Bola.
Para o dirigente, a prova que atualmente abre a temporada nacional deveria assumir um formato alargado, reunindo os campeões da Primeira Liga, da Taça de Portugal, da Liga 2 e da Liga 3:
«Da mesma forma que a Taça da Liga criou o conceito do campeão de inverno, acho que essa competição devia ser o campeão de verão. E qual é a grande diferença? Ao campeão nacional e ao vencedor da Taça de Portugal, se introduzirmos os campeões da Liga 2 e Liga 3 – no fundo o campeão da Liga 3 nesse ano já é uma equipa de escalão profissional –, estamos a fazer uma competição entre todos os campeões das competições portuguesas que estão no futebol profissional», sustentou.
A Supertaça é atualmente disputada entre o campeão da Primeira Liga e o vencedor da Taça de Portugal. Na época 2025/26, será jogada entre o Sporting CP, campeão nacional, e o SL Benfica, finalista vencido da Taça, dado que os leões conquistaram ambas as provas.
A ideia de Paulo Lopo pretende, assim, tornar o troféu mais inclusivo e competitivo, envolvendo todos os vencedores do futebol profissional em Portugal.





