Maxi Araújo assegurou que a recuperação da lesão muscular na coxa esquerda, contraída na Supertaça frente ao Benfica e agravada diante do Casa Pia, está perto do fim. O uruguaio revelou, em declarações ao programa La Mañana del Fútbol, do El Espectador Deportes, que poderá já ser opção diante do Famalicão, no próximo dia 13, em jogo da 5.ª jornada da Liga.
«No domingo estarei a 60 por cento e na quarta-feira já treino com a equipa a 100 por cento. Fiz todos os testes e correu tudo bem. No dia 13 já me disseram que vou estar à disposição para poder jogar, ainda que sejam apenas 30 minutos. E no jogo da Liga dos Campeões [frente ao Kairat Almaty, dia 18] devo conseguir fazer 60 ou 70 minutos, depois fico a 100 por cento», revelou o internacional uruguaio.
Ausente desta janela de qualificação para o Mundial de 2026, o lateral leonino confessou a frustração por não representar a sua seleção: «Quando sofri a lesão, a primeira coisa em que pensei foi na seleção. Queria muito ter ido e estava disposto a tudo, mesmo com riscos. Mas percebi que, se agravasse a situação, teria consequências no clube. Aqui no Sporting quiseram que não fosse e depois o telefonema do Marcelo [Bielsa] foi muito importante, deixou-me tranquilo. Agora vejo que foi a melhor decisão.»
O jogador leonino sublinhou ainda a importância de Bielsa na sua carreira e assumiu a ambição de estar no próximo Mundial: «Considero-me um jogador do Marcelo porque me estreei com ele. Sei que confia muito em mim. Aprendi a defender melhor e isso ajudou-me no Sporting, onde jogo como lateral. O Mundial é um sonho. Sei que falta muito, mas penso sempre à frente. Quero jogar o máximo de minutos possíveis aqui para depois ajudar a seleção.»





