Tiger Woods foi, esta sexta-feira, detido na Flórida na sequência de um acidente de viação, sob suspeita de condução sob o efeito de substâncias não especificadas, tendo sido libertado após cerca de oito horas numa cela, depois de pagar fiança.
O golfista norte-americano, de 50 anos, foi acusado de conduzir sob influência de substâncias, de causar danos materiais e de recusar realizar um teste de urina destinado a detetar eventual consumo de produtos proibidos. Apesar das suspeitas, o teste de álcool realizado no local apresentou resultado negativo.
Segundo informações avançadas pelo xerife do condado de Martin, John Budenskiek, o incidente não provocou ferimentos em nenhum dos envolvidos, não tendo sido divulgados mais pormenores sobre as circunstâncias do acidente.
Este não é um caso isolado na vida do atleta, que já esteve envolvido em outros episódios semelhantes. O mais grave ocorreu em fevereiro de 2021, quando sofreu um acidente em Los Angeles que resultou em lesões sérias nas pernas, após o veículo em que seguia ter saído da estrada numa zona inclinada.
Anteriormente, em 2017, Woods tinha sido detido por conduzir sob efeito de álcool, depois de ter sido encontrado a dormir ao volante num parque de estacionamento, com o carro danificado.
Considerado um dos nomes maiores da história do golfe, o norte-americano soma 15 títulos major, tendo o mais recente sido conquistado no Masters de 2019. No circuito PGA Tour, contabiliza 82 vitórias, marca que partilha com Sam Snead.
Desde o acidente de 2021, a presença competitiva de Woods tem sido irregular, tendo participado em apenas 11 torneios. O golfista não compete desde o Open Britânico de 2024 e encontrava-se, recentemente, a recuperar de uma nova intervenção cirúrgica às costas, a sétima da carreira.





