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Ronaldinho completou um mês de prisão no Paraguai

O ex-futebolista brasileiro Ronaldinho Gaúcho, acusado de uso de passaporte falso, completou um mês de prisão preventiva no Paraguai, país paralisado pelo novo coronavírus, que, durante o mesmo período, também levou ao confinamento milhões de pessoas pelo mundo.

Os dias de Ronaldinho Gaúcho em prisão, na prática, não são muito diferentes de milhões de pessoas pelo mundo, forçadas a ficarem em casa devido ao avanço da Covid-19.

Preso na noite do dia 6 de março, por uso de documentação adulterada, o ex-craque está num discreto quarto junto com o seu irmão Assis, ex-jogador de Sporting e Estrela da Amadora, na década de 90 do século passado.

Têm duas camas, frigorífico, televisor, ar-condicionado frio/calor e podem falar por telemóvel. Ronaldinho passa os dias a jogar futebol, incluindo as variantes de voleibol e ténis, com outros 30 presos, esses, sim, companhias diferentes – ex-polícias presos por assassínio, por roubo, por tráfico de drogas ou por corrupção.

Os detidos estão na chamada Agrupação Especializada, um quartel da Polícia, condicionado para presos especiais em Assunção, capital do Paraguai. No quartel de 14 hectares, o ex-jogador pode andar por quase todo o espaço, mais do que milhões de pessoas pelo mundo durante a pandemia do coronavírus.

No dia 21 de março, completou 40 anos, tendo recebido um churrasco especial preparado pelos demais reclusos. Na noite anterior, comera dourado à grelha, uma iguaria paraguaia. No começo, só recebia refeições de fora da prisão, levadas pelos seus advogados. Agora, já come a comida do quartel.

“Oferecemos alimentação completa para os presos, mas eles podem receber refeições de fora ou cozinharem aqui dentro. Só não podem receber visitas neste momento devido à pandemia do novo coronavírus”, explicou o diretor da prisão, Blas Vera, sobre as medidas de proteção aos presos.

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