FC Porto acelera dossiês de saídas: cinco jogadores no mercado

A pouco mais de duas semanas para o fecho do período de inscrições em Portugal — 1 de setembro, que este ano calha numa segunda-feira — o FC Porto, segundo o jornal O JOGO, continua a trabalhar no sentido de encontrar colocação para vários jogadores excedentários.

Um dos casos mais delicados é o de Marko Grujic. O médio sérvio, de 29 anos, é detentor de um dos salários mais elevados do plantel, rondando os dois milhões de euros anuais. Essa realidade representa um peso considerável para as contas da SAD, que encara a sua saída como uma oportunidade de poupança e margem de manobra para atacar outros alvos no mercado. O Real Oviedo mostrou interesse, mas está longe de corresponder às exigências financeiras do jogador. Já clubes da Turquia e da Arábia Saudita têm condições para apresentar propostas mais consistentes. Caso não surja nada que compense, Grujic admite regressar ao Estrela Vermelha, clube que o formou, mesmo que isso implique uma redução salarial significativa.

Também Iván Jaime continua na lista de transferíveis. Depois de recusar um empréstimo ao Brest, soma sondagens de clubes da MLS e do Trabzonspor, conforme já noticiado. O FC Porto privilegia uma venda definitiva, mas admite cedência se tal representar poupança salarial.

No ataque, Danny Namaso perdeu espaço com a chegada de Luuk de Jong. O avançado de 24 anos tem mercado em Portugal e no estrangeiro, mas a Inglaterra aparece como destino preferencial, até por representar um regresso a casa.

Quanto à defesa, a SAD está disponível para facilitar a saída de Fábio Cardoso, de 31 anos, profissional respeitado e com 78 jogos pelos dragões. Caso surjam propostas concretas, a Direção não colocará entraves à mudança.

Por fim, Romário Baró, médio de 24 anos que esteve emprestado ao Basileia em 2023/24, também procura novo rumo. Com contrato até 2026, poderá sair em definitivo ou por empréstimo, consoante as ofertas que cheguem ao Dragão.

Com vários dossiês em aberto, a Direção do FC Porto encara estas saídas como chave para aliviar a folha salarial e ganhar margem no mercado, numa reta final de janela que promete ser intensa.