Noite de decisão em Lima e desfecho amargo para Abel Ferreira. Na terceira final da Taça Libertadores da carreira, o treinador português não conseguiu repetir os festejos das duas primeiras conquistas e viu o Flamengo levantar o troféu, graças a um triunfo por 0-1 que selou o regresso dos rubro-negros ao topo da América do Sul.
A final começou com um atraso de 15 minutos e uma primeira parte marcada mais pelas interrupções do que pelas ocasiões de golo. Abel protestou com veemência após a agressão de Erick Pulgar ter sido sancionada apenas com cartão amarelo, num duelo carregado de tensão, mas pobre em perigo junto das balizas.
O jogo desbloqueou apenas na segunda parte, num lance de bola parada. Aos 67 minutos, Danilo — que passou pelo FC Porto — subiu completamente isolado na área e cabeceou para o fundo das redes, assinando o golo que acabaria por decidir a final. O Palmeiras ainda empurrou o adversário para trás, acumulou posse e rondou a área contrária, mas faltou precisão no momento da finalização.
O apito final confirmou a quarta Taça Libertadores da história do Flamengo, que já tinha conquistado o troféu em 1981, 2019 e 2022. Em 2025, a festa volta, assim, a ser rubro-negra.





