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Até quando? Racismo de volta no futebol internacional

O Brasil venceu a Tunísia por 5-1 numa partida de preparação realizada no Parque dos Príncipes, em Paris. Jogando no estádio onde costuma brilhar ao serviço do PSG, Neymar esteve em evidência com uma belíssima exibição, coroada por um golo de grande penalidade.

Ainda assim, o homem do jogo foi mesmo Raphinha, futebolista do Barcelona, que bisou e ainda fez uma assistência na goleada da canarinha.

O avançado do Flamengo, Pedro, também teve a oportunidade de fazer o gosto ao pé, sendo que a ficha de marcadores brasileiros fica fechada com Richarlison, atleta que sofreu um ataque racista aquando das celebrações perto de uma das bancadas.

Um elemento do público atirou uma banana para junto do jogador do Tottenham, um gesto que naturalmente já foi condenado pela CBF. Também o próprio Richarlison reagiu nas redes sociais com uma mensagem sobre o sucedido: “Enquanto ficarem de “blá blá blá” e não punirem, vai continuar assim, acontecendo todos os dias e por todos os cantos”.

Num dia em que o 11 inicial do ‘escrete’ tinha exibido uma tarja contra o racismo ainda antes do apito inicial, o hino nacional brasileiro foi também vaiado em plena capital francesa.

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