O Tribunal Arbitral do Desporto (TAD) indeferiu o recurso apresentado por Mário Branco, confirmando o castigo aplicado ao diretor-geral do Benfica na sequência do incidente com o árbitro Gustavo Correia após o empate com o Casa Pia (2-2), referente à 22.ª jornada da Liga, disputada a 9 de novembro de 2025.
O dirigente tinha sido punido pelo Conselho de Disciplina da Federação Portuguesa de Futebol com 68 dias de suspensão e uma multa de 7.650 euros. De acordo com o relatório disciplinar, Mário Branco terá abordado o árbitro no túnel de acesso aos balneários do Estádio da Luz depois de ter sido assinalado um penálti por mão na bola de António Silva, proferindo também ameaças.
O TAD considerou o recurso improcedente, embora tenha indicado que à sanção devem ser descontados quatro dias já cumpridos de forma preventiva e mais 20 dias por bom comportamento. Além da coima já aplicada, o dirigente terá ainda de pagar 30.001 euros relativos às custas do processo.
Na decisão, o tribunal sublinha que eventuais erros de arbitragem não justificam o comportamento do dirigente, considerando a situação ainda mais grave tendo em conta as funções que desempenha no clube.





