A recuperação de Samu em tempo recorde permitiu ao ponta-de-lança espanhol entrar no clássico em Alvalade ao minuto 80, surpreendendo pelo regresso antecipado após uma lesão muscular que, inicialmente, se estimava o afastaria dos relvados por três semanas. O feito não passou despercebido ao próprio jogador, que no final da partida fez questão de homenagear a equipa que tornou possível este regresso rápido.
Samu ofereceu a camisola que utilizou a Nelson Puga, médico da equipa, e a Álvaro Magalhães, responsável pela área da fisioterapia, reconhecendo publicamente a dedicação e o trabalho intenso que permitiram acelerar a sua recuperação. Este gesto sublinha não apenas a ligação entre atletas e corpo clínico, mas também a importância de uma reabilitação bem coordenada para o sucesso desportivo.
O jogador tinha sofrido a lesão na partida em Barcelos e, apenas doze dias depois, já voltou a competir, provando a eficácia do acompanhamento médico e fisioterapêutico dos dragões. Este regresso não só reforça a confiança da equipa, mas também envia uma mensagem de profissionalismo e gratidão que vai além do campo.





