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SAD do Benfica confirma adiamento do negócio de ações com John Textor

A SAD do Benfica deu conta que o empresário John Textor adiou de 15 de setembro para 31 de dezembro de 2021 o negócio firmado com José António dos Santos para a transferência de ações da sociedade encarnada.

Textor garantiu, na manhã desta terça-feira, que suspendeu o acordo com José António dos Santos, para a transação de 25 por cento das ações do capital social da SAD do Benfica. «O Sr. Santos e eu concordámos anteriormente em suspender a nossa relação contratual até aos associados do Benfica confirmarem a sua escolha para a liderança», escreveu Textor, numa declaração na rede social Twitter.

«A Sport Lisboa e Benfica – Futebol, SAD (“Benfica SAD”) vem por este meio, nos termos e para efeitos do disposto no artigo 17.º do Código dos Valores Mobiliários, informar que recebeu no dia 15 de setembro de 2021:

(i) um comunicado de participação qualificada (em anexo) do senhor John Textor, que atualiza o comunicado de participação qualificada divulgado pela Benfica SAD em 13 de julho de 2021.

No novo comunicado é indicado que a data para a conclusão do negócio do qual poderá vir a decorrer a transmissão das ações em causa para o senhor John Textor, desde que verificadas as condições/autorizações necessárias para o efeito ali referidas, passou de 15 de setembro de 2021 (como constava do comunicado inicial) para 31 de dezembro de 2021, não se tendo identificado outra alteração aos demais termos anteriormente comunicados por este», pode ler-se no início do comunicado enviado à CMVM pela SAD do Benfica.

Na mesma nota é referido, por consequência, que José António dos Santos acordou com o empresário norte-americano a suspensão das obrigações contratuais das partes até 31 de dezembro de 2021.

Além disso, o empresário conhecido como «Rei dos Frangos» revogou os contratos promessa de compra e venda celebrados a 26 e 30 de abril deste ano com a Quinta dos Jugais para a compra de 3 por cento das participações da SAD encarnada que estão na posse desta segunda entidade.

A concretização deste acordo, lê-se, estava «condicionada à concretização da operação de compra das ações necessárias que perfaçam um lote de ações correspondente a 25% do capital social desta sociedade, para posterior venda a entidade terceira. Entretanto, as partes deste contrato manifestaram reciprocamente a vontade da sua resolução amigável, pelo que o mesmo deixou de produzir efeitos».

Escrito por: José Carlos Leal

 

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