O ex-presidente da Real Federação Espanhola Luis Rubiales avançou com o pedido de arquivamento do processo instaurado pelo Tribunal Administrativo do Desporto de Espanha, que propôs uma suspensão de três anos do antigo presidente da federação espanhola de futebol, na sequência do escândalo do beijo a Jenni Hermoso na final do Mundial feminino.
Rubiales na sua defesa considera a possível sanção “desconectada”, “arbitrária” e “injustificada”, adiantando que a suspensão devia ser substituída por uma multa.
O acusado considera que o TAD se deixou influenciar pela pressão mediática e pelo poder político, constatando que, se a sanção for efetivada, o estão “a servir numa bandeja”.
“O fugaz beijo (não na boca) nos lábios, foi consentido e quem disser o contrário está a faltar à verdade. Tudo o que afirmei até agora foi minha única versão e assim será. As provas visuais, de conduta e mesmo as declarações espontâneas de ambas as partes depois do ocorrido indicam isso”, disse o ex-dirigente contrariando a versão apresentada pela jogadora Hermoso.
Uma “teatralização bestial”, em “demagogia brutal ” e num “linchamento”, por várias razões assume Rubiales.
“Primeiro, cometi um erro. Segundo, andavam atrás de mim há muito tempo. Terceiro, isto foi muito bom para algum setor radicalizado da política espanhola. Quarto, este assunto constituía, sem dúvida, um filão mediático.”





