O setor defensivo do Benfica encontra-se em processo de reestruturação no mercado de verão, com a SAD encarnada a trabalhar na contratação de dois defesas-centrais.
Esta necessidade surgiu após a saída de Nicolás Otamendi, que terminou contrato e deixou o clube, e foi reforçada pela transferência de Gonçalo Oliveira para o Rennes, num negócio avaliado em cerca de 3,5 milhões de euros, com cláusula de recompra assegurada pelo Benfica.
Perante estas saídas, a estrutura do clube definiu como prioridade a contratação de perfis distintos para o eixo defensivo: um jogador experiente, com capacidade de liderança, e outro mais jovem, enquadrado numa lógica de continuidade do plantel.
O contexto do plantel reflete essa urgência, sobretudo com Tomás Araújo ao serviço da Seleção Nacional no Mundial 2026, situação que limita as opções disponíveis no arranque da preparação da nova época.
Atualmente, António Silva assume-se como a principal referência no centro da defesa, sendo a opção mais consolidada no plantel principal.
Entre as alternativas internas surge Joshua Wynder, jovem defesa norte-americano que já somou presença na equipa principal, embora a sua utilização tenha sido condicionada por problemas físicos durante a última temporada.
O Benfica mantém assim o foco na reorganização do setor defensivo, num processo marcado pela saída de peças importantes e pela necessidade de recompor o eixo central da equipa.





