Plantel do FC Porto visita Museu e reforça ligação à mística azul e branca

O plantel principal do FC Porto e a equipa técnica trocaram, esta quarta-feira, o relvado do Olival por uma visita especial ao Museu do clube, mergulhando nos quase 132 anos de história do emblema azul e branco.

Entre as 27 áreas temáticas que compõem o espaço, jogadores e treinadores revisitaram memórias, títulos e símbolos que moldaram a identidade portista. No Auditório Fernando Sardoeira Pinto, André Villas-Boas fez questão de deixar uma mensagem clara ao grupo: «Somos todos passageiros no FC Porto, mas enquanto cá estivermos vamos honrar esta grande instituição.»

O percurso culminou junto aos troféus mais emblemáticos da história do clube — da Liga dos Campeões às Taças Intercontinentais, passando pela Taça UEFA e Liga Europa —, momento em que antigos capitães e referências portistas transmitiram palavras de motivação.

João Pinto destacou a atitude da equipa e a ligação aos adeptos, Rui Barros sublinhou a importância da “mística” que sempre pautou os azuis e brancos, Paulinho Santos reforçou a exigência de ser “jogador à Porto” e Lucho González lembrou que vestir de azul e branco significa também representar os valores da cidade.

Mais do que uma simples visita, o encontro no Museu serviu para reforçar a identidade portista e unir passado e presente, num momento que deixou claro o peso da história na caminhada atual do FC Porto.