Pedro Proença assumiu a presidência da Federação Portuguesa de Futebol destacando um novo ciclo para o futebol nacional. No seu discurso, agradeceu a Nuno Lobo, Fernando Gomes e outras personalidades, frisando a importância da união e do compromisso coletivo. Reconheceu ainda figuras como Madjer, Ricardinho e Cristiano Ronaldo, enaltecendo a era dourada do futebol português.
Proença apelou a uma competição saudável entre os clubes, mencionando o crescimento do Braga como desafio à tradicional hegemonia de Benfica, FC Porto e Sporting. Reforçou a necessidade da centralização dos direitos audiovisuais e alertou para a urgência de medidas fiscais justas, como a redução do IVA nos espetáculos desportivos e um regime fiscal mais favorável para jovens atletas.
Sublinhou que a FPF não será instrumento político e defendeu um maior investimento em infraestruturas desportivas. Garantiu compromisso com a profissionalização e autonomia do setor, concluindo com um apelo à união e ambição para o futuro do futebol português.





