As alegações finais da Operação Pretoriano estão marcadas para os dias 30 de junho e 1 de julho, após as defesas terem prescindido de várias testemunhas, segundo deu a conhecer o coletivo de juízes.
Luís Gonçalves, antigo administrador da SAD do FC Porto e ex-diretor geral do clube, foi ouvido pelo Tribunal Criminal de São João Novo, no Porto, onde relatou os incidentes ocorridos na Assembleia Geral [AG] de novembro de 2023.
Já António Silva admitiu ainda ser sócio da claque «Super Dragões» e disse ter oferecido casa a Fernando Madureira caso o arguido fosse colocado em prisão domiciliária.
Nuno Cerejeira Namora, antigo vice-presidente da Mesa da Assembleia Geral do FC Porto, teve o seu depoimento antecipado devido a uma intervenção cirúrgica marcada.
Os 12 arguidos da Operação Pretoriano – incluindo o ex-líder dos «Super Dragões», Fernando Madureira – respondem por 31 crimes, desde coação e ameaça agravada, ofensas à integridade física, instigação pública a crime e atentado à liberdade de informação, relacionados com a AG de novembro de 2023.
Fernando Madureira é o único em prisão preventiva, enquanto os restantes arguidos foram libertados com medidas de coação menos gravosas.
O julgamento, que começou a 17 de março, decorre no Tribunal de São João Novo sob forte dispositivo policial.





