O brasileiro Neymar trocou o FC Barcelona pelo PSG, por 222 milhões de euros, em agosto de 2017, e levou consigo, nessa altura, uma lesão num pé.
O avançado brasileiro já tinha uma fratura de stress no 5.º metatarso do pé direito, o que ajuda a explicar as lesões que marcaram a estadia do jogador em Paris, entre 2017/2018 e 2022/2023, até rumar ao Al Hilal.
Nos seis anos no clube, o canarinho acabou afetado por algumas lesões, nomeadamente a fratura no 5.º metatarso do pé direito em fevereiro de 2018 e uma operação ao tornozelo direito em março deste ano.
O médico do PSG na altura deu a conhecer que a lesão de Neymar foi detetada e que deveria ter sido realizada intervenção cirúrgica, inviabilizada pelo furor em torno da contratação mais cara de sempre.
Um médico da seleção francesa, que manteve o anonimato, também explicou estas lesões de Neymar.
“Há muitas razões. Há a sua morfologia, constituição física. O seu estilo de jogo, com dribles e movimentos dinâmicos, também são explicação. Se nos focarmos nas suas lesões no 5.º metatarso do pé direito, são lesões traumáticas. Nos dois casos, lesionou-se após duelos que desequilibraram. Não sofreu uma série de problemas musculares, pelo que dizer que estas lesões se devem ao seu estilo de vida não é justo nem preciso.”
O brasileiro voltou a lesionar-se no pé direito em março deste ano, sendo sujeito a operação, antes de ser contratado no verão passado pelos sauditas do Al Hilal, clube treinador por Jorge Jesus, a troco de 90 milhões de euros. Neste momento recupera de uma rotura do ligamento do joelho esquerdo, que o levou também à mesa de operações.





