No futebol, como na vida ou nos negócios, um minuto pode ser suficiente para mudar tudo. Foi exatamente isso que aconteceu com Jota Silva: por um atraso de 60 segundos na entrega da documentação à Liga Portugal, o Sporting viu cair por terra a contratação do extremo do Nottingham Forest, depois de semanas de negociações.
A SAD leonina, que nesta janela de mercado gastou 68,8 milhões de euros em reforços e encaixou mais de 128 milhões em vendas, falhou num detalhe crucial. O processo arrastava-se desde julho, com avanços e recuos, até que Frederico Varandas e Vangelis Marinakis, dono do Forest, chegaram a acordo. O contrato estava assinado, mas a inscrição não foi validada por causa desse atraso.
Um erro deste género é visto como inadmissível a este nível, sobretudo tratando-se de um negócio de milhões e de um jogador muito desejado em Alvalade. O episódio trouxe à memória dos adeptos o caso de Adrien Silva, que em 2017 falhou a transferência para o Leicester devido a um atraso de… 14 segundos.
Depois da polémica, Frederico Varandas assumiu publicamente que o Sporting falhou por um minuto, mas a explicação não diminuiu a frustração em torno do negócio perdido.





