César Boaventura frisou que as acusações de aliciamento a futebolistas para facilitarem em jogos contra o Benfica em 2015/16 são “falsas” e colocadas na praça público por pessoas “sem caráter”.
Pedro Martins deu a conhecer que três dos jogadores em causa lhe pediram para não jogar depois de terem assumido que tinham sido aliciados pelo empresário, segundo deu a conhecer o técnico luso.
Martins que orientava o plantel do Rio Ave Futebol Clube na altura admitiu que Cássio, Marcelo e Lionn o abordaram na semana do encontro com o Benfica para lhe comunicar que tinham sido aliciados para facilitar, tendo assumido a intenção de não jogarem, para se defenderem.
“Dois jogadores (Marcelo e Lionn) foram ao meu gabinete e informaram que tinham sido aliciados por um agente, sem precisarem o nome, que fiquei a saber depois pela comunicação social. Informei os responsáveis do Rio Ave sobre os factos. Os atletas estavam visivelmente incomodados e pediram para não jogar, porque estavam apreensivos, pedido que recusei. Confio neles”, afirmou o treinador no Tribunal de Matosinhos, no julgamento.
O agente desportivo César Boaventura, por seu lado, garante que as acusações são “falsas”.
“É uma pouca-vergonha o futebol em Portugal e as pessoas deixaram de ter escrúpulos”, lamentou o arguido neste processo.





