O treinador José Mota é o homem que se segue no comando técnico do AFS, após Rui Ferreira deixar o cargo na sequência da derrota com o Boavista, por 2-1, na segunda-feira, na 32.ª jornada da Liga.
O sucessor de Daniel Ramos apenas conseguiu uma vitória, na visita ao Farense, por 1-0. Antes, empatou com Rio Ave e Sporting, 1-1 e 2-2.
Destaque também para as derrotas com Arouca, FC Porto, Famalicão, Estoril, SC Braga, Benfica e Boavista, além do empate com o Casa Pia.
O saldo foi de oito golos marcados e 26 sofridos, registo agravado pelas goleadas sofridas na Luz, por 6-0, em Braga, por 4-1 e em Famalicão, também por 4-1.
A formação da Vila das Aves caiu para zona de despromoção direta, 17.º e penúltimo, com 24 pontos, igualado por Farense (18.º) e Boavista (16.º), a cinco pontos do Estrela da Amadora (15.º).
Rui Ferreira, de 52 anos, chegou a acordo com o AFS para a rescisão do contrato.
José Mota, que entre janeiro e maio esteve ao leme do Leixões, já garantiu a manutenção na II Liga, 13.º classificado.
O experiente treinador de 61 anos arrancou a temporada no Farense, atual 18.º e último da Liga, encaixando seis derrotas, com Moreirense, Rio Ave, Sporting, Nacional, FC Porto e Arouca. Em setembro, deixou o cargo que ocupava há um ano e meio.
Mota iniciou o terceiro ciclo pelo Leixões, num percurso que contou com seis derrotas, sete empates e três vitórias. Aliás, o timoneiro precisou de dez jornadas para saborear o primeiro triunfo. Em todo o caso, deixa Matosinhos com duas vitórias consecutivas, com Penafiel e Mafra.
Mota já tinha orientado o Desportivo das Aves em 2016/17 e entre 2018 e 2019, liderando os avenses à conquista da Taça de Portugal, frente ao Sporting, em 2018.
Contas feitas, o AFS conta com o quarto treinador da época, depois de Vítor Campelos, Daniel Ramos e Rui Ferreira.





