O presidente da Federação Portuguesa de Futebol Fernando Gomes enalteceu um “ano muito rico para as cores nacionais” e elevou os valores presentes no organismo máximo do futebol nacional.
“Num balanço meramente desportivo não poderemos, no entanto, deixar de assinalar alguma das conquistas que tivemos ao longo de um ano muito rico para as cores nacionais”, assumiu o dirigente, numa mensagem na página oficial da FPF.
Gomes falou dos feitos ao longo do ano, no futebol, com a presença inédita no Mundial feminino, o novo selecionador masculino, Roberto Martínez, ou a coorganização do Mundial2030, mas também do futsal e do futebol de praia.
O dirigente destacou as campanhas no apuramento para o Europeu de futebol, com dez vitórias em igual número de jogos, mas também para os Mundiais de futsal e de futebol de praia, entre outras conquistas.
O responsável máximo do futebol português, sublinhou o crescimento da base da pirâmide da modalidade, com mais de 215 mil praticantes federados e mais de 1.200 clubes e escolas e academias certificadas.
O futuro promete chegar com a “construção da fase 3 da Cidade do Futebol, que incluirá o novo Pavilhão de Futsal, a sede da Portugal Football Scholl e as instalações definitivas do Canal 11”, acrescentou.
O presidente da FPF lembrou também que o organismo estará sempre muito para lá das quatro linhas de jogo, em valores como “a transparência, a defesa dos mais fracos e vulneráveis, o direito a vivermos num mundo que respeita o meio ambiente, o feminismo ou a frontal e irredutível luta contra todas as formas de discriminação”.
“Não aceitamos a desonestidade, a corrupção, a xenofobia, o racismo, a homofobia, a misoginia ou qualquer outra espécie de violência”, disse, justificando que a FPF, como “o mais reconhecível elemento de identificação de Portugal no estrangeiro, tem de assumir sem rodeios as suas responsabilidades sociais”.





