O FC Porto venceu o Óquei de Barcelos, por 3-2, e sagrou-se bicampeão nacional de hóquei em patins, no quarto jogo da final do campeonato, no pavilhão municipal da cidade minhota.
Os dragões somaram o terceiro triunfo (3-1) e conquistaram o 26.º título nacional do historial do clube.
Os dragões abriram o ativo logo aos 4 minutos. Rafa partiu para o contra-ataque com Gonçalo Alves em dois contra zero, terminado com passe para golo do capitão.
O Barcelos tentou reagir rapidamente à desvantagem, mas o FC Porto fechou-se bem e jogava sobre o erro contrário.
Aos 14 minutos, os azuis e brancos dilataram a vantagem, por Carlo di Benedetto, rápido a conduzir a bola e forte a desferir o remate, cruzado, a bater o desamparado guarda-redes Conti Acevedo.
A resposta dos galos só surgiu a 55 segundos do intervalo. O Óquei de Barcelos reduziu a desvantagem para 1-2.
Na segunda parte, o FC Porto voltou a ter sucesso na estratégia. Seis minutos após o regresso do descanso, os dragões recolocaram o seu avanço em dois golos (3-1) com bis de Gonçalo Alves em remate rasteiro.
Pedro Silva do Barcelos recolocou a sua equipa à distância mínima (2-3).
Com a entrada nos derradeiros dez minutos, a necessitar, pelo menos, do empate, o Barcelos aumentou a pressão, mas o FC Porto continuou a fechar-se quase sempre bem e consentir raras chances de golos.
A 10.ª falta do FC Porto permitiu aos minhotos disporem de livre direto, mas o especialista Luís Querido, à imagem do seu congénere portista Gonçalo Alves, também não conseguiu marcar. E apesar da insistência dos galos na reta final à procura do golo salvador, o marcador manteve-se inalterado e o título foi para o Dragão.





