O FC Porto começou a temporada 2025/2026 com uma exibição impressionante: quatro jogos, quatro vitórias, 11 golos marcados e apenas um sofrido. Esta arrancada perfeita reflete não apenas a qualidade dos jogadores, mas também a liderança de Francesco Farioli, que rapidamente se integrou e impôs um estilo vencedor, mostrando que, independentemente da nacionalidade, os resultados falam por si.
O plantel azul e branco sofreu alterações significativas em relação à época passada. Agora, conta com jogadores de 12 nacionalidades diferentes, contra 10 na temporada anterior, e menos portugueses. Diogo Costa, Cláudio Ramos, João Costa, Martim Fernandes, Alberto Costa, Francisco Moura e Rodrigo Mora são os nomes nacionais que continuam no grupo, enquanto saíram jogadores como João Mário, Tiago Djaló e Fábio Vieira. A redução da presença portuguesa é compensada por reforços internacionais de qualidade e experiência, vindos de clubes de destaque e de seleções importantes, como Luuk de Jong, Dominik Prpic, Pablo Rosario, Victor Froholdt e Jakub Kiwior.
A SAD do FC Porto, sob a liderança de André Villas-Boas e com a influência histórica de Jorge Costa, apostou numa estratégia de mercado ousada: reforços de calibre internacional, menos dependência do talento local e uma maior diversidade de culturas dentro do balneário. O objetivo é claro: aumentar a competitividade e garantir que a equipa esteja preparada para todos os desafios, nacionais e europeus.
O resultado desta política é evidente. Para já, a equipa cumpre o lema histórico do clube: marcar golos e vencer. A combinação de investimento inteligente, diversidade de nacionalidades e desempenho em campo transformou o FC Porto num líder incontestável da Liga. Os adeptos sentem a chama do sonho do campeonato reacender, confiantes que, com esta mistura de talento e experiência, o dragão poderá conquistar novamente o topo do futebol português.





