Após o triunfo por 4-1 frente ao Famalicão, que garantiu o apuramento do FC Porto para os quartos de final da Taça de Portugal, Francesco Farioli destacou a dificuldade do encontro e elogiou a postura do adversário, sobretudo na primeira parte. O treinador considerou que os minhotos foram corajosos com bola e criaram problemas, mas sublinhou que o FC Porto soube crescer após o intervalo, acelerando nos momentos certos e tirando partido da pressão para desbloquear o marcador.
O técnico portista reforçou ainda a importância de todo o plantel, frisando que não há espaço para relaxamentos e que a competitividade coletiva é determinante. Segundo Farioli, a equipa só consegue vencer de forma consistente quando mantém intensidade, foco e a mentalidade certa, independentemente dos nomes em campo.
Questionado sobre a utilização de Kiwior na lateral esquerda, explicou que não se tratou de uma experiência, lembrando que o jogador já atuou nessa posição noutros contextos e que a sua inteligência tática lhe permite desempenhar várias funções. Em relação a Francisco Moura, mostrou esperança de que a lesão não seja grave, apesar do choque sofrido.
Farioli fez ainda questão de sublinhar a importância do golo de Pepê, considerando-o um momento especial para um jogador que tem dado muito à equipa, tanto ofensiva como defensivamente. Destacou o espírito de grupo do brasileiro, que optou por respeitar a hierarquia nos penáltis, e admitiu que o golo foi vivido como uma libertação, não só para o jogador, mas para toda a equipa.
Sobre o lance polémico da primeira parte, o treinador mostrou-se visivelmente insatisfeito, afirmando que as imagens falam por si e deixando implícito que prefere o silêncio às palavras, numa crítica clara à forma como a situação foi analisada.





