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Escândalo na seleção espanhola feminina

A Real Federação Espanhola de Futebol anunciou a receção de emails por parte de 15 internacionais femininas renunciando à seleção.

A debandada aparece na sequência da pressão que tem sido feita pelas atletas para o despedimento do selecionador Jorge Vilda, algo que a federação se recusa a fazer.

Depois de uma participação desapontante no último Europeu, a polémica aumentou ainda mais, com as jogadoras a considerarem que o técnico não tem capacidade para retirar o melhor do plantel à sua disposição, e que por isso, deve ser afastado.

A seleção espanhola feminina conta com algumas das maiores estrelas do futebol europeu, e o próprio grupo de capitãs constituído por Alexia Putellas, Jenni Hermoso, Patri Guijarro e Irene Paredes já assumiu o pedido das suas colegas e exigiu mudanças na estrutura.

A reação do selecionador foi de desalento em relação à atitude das suas atletas: “Quero começar por referir o sentimento que tenho de deceção e que me sinto profundamente magoado com esta situação, principalmente pela forma como decorreu. Acho que os códigos do futebol foram cruzados. A primeira lei do futebol é o que acontece no balneário, fica e se resolve no balneário”.

As 15 jogadoras que renunciaram à seleção fazem um ultimato para a saída do treinador, sendo estes os nomes associados à ação:

Ainhoa Moraza (Atlético Madrid), Patri Guijarro (FC Barcelona), Leila Ouahabi (Manchester City), Lucía García (Manchester United), Mapi León (Barcelona), Ona Batlle (Manchester United), Laia Aleixandri (Manchester City), Claudia Pina (FC Barcelona), Aitana Bonmatí (FC Barcelona), Andrea Pereira (América), Mariona Caldentey (FC Barcelona), Sandra Paños (FC Barcelona), Lola Gallardo (Atlético Madrid), Nerea Eizaguirre (Real Sociedad) e Amaiur Sarriegi (Real Sociedad)

 

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