O Manchester United não conta com Jadon Sancho e admite deixá-lo sair a custo zero no final do contrato, que termina em junho. A ligação entre as partes começou em 2021, quando o clube inglês pagou 85 milhões de euros ao Borussia Dortmund para garantir o regresso do extremo a Inglaterra.
Apesar do forte investimento realizado há cinco anos, os responsáveis do emblema de Old Trafford assumem agora as perdas financeiras associadas ao negócio. A prioridade passa por reduzir a massa salarial e libertar o elevado ordenado do internacional inglês.
Sancho, que cumpriu parte da formação no Manchester City antes de se destacar na Alemanha, nunca conseguiu afirmar-se de forma consistente no Manchester United. Nas últimas temporadas, acumulou empréstimos ao Borussia Dortmund, ao Chelsea e, atualmente, ao Aston Villa.
No caso do Chelsea, o clube londrino chegou mesmo a pagar uma penalização de 5,7 milhões de euros por não exercer a opção de compra prevista no acordo de cedência, na sequência de divergências salariais.
Embora exista a possibilidade de prolongar o contrato por mais um ano, o Manchester United não deverá acionar essa cláusula, depois de várias tentativas falhadas para vender o jogador em definitivo. Assim, o cenário mais provável é a saída a custo zero, permitindo a Sancho procurar um novo desafio como jogador livre.
No Aston Villa, o treinador Unai Emery já admitiu que a continuidade do extremo poderá ser analisada. Ainda assim, esta época, Sancho soma apenas um golo e uma assistência em 25 jogos pelo clube de Birmingham, números que não reforçam de forma expressiva a hipótese de uma transferência definitiva. De resto, nas passagens anteriores por outros clubes, o internacional inglês também não conseguiu convencer os responsáveis a avançarem para a sua contratação permanente.





