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Ex-presidente do Académico de Leiria julgado à porta fechada por recurso à prostituição de menores

O ex-presidente do Académico de Leiria Luís Pinto, funcionário do Instituto Português de Desporto e Juventude, começou hoje a ser julgado, na Batalha, à porta fechada, por 50 crimes de recurso à prostituição de menores e dois crimes de pornografia de menores, um dos quais tentado.

No despacho da acusação, lê-se que em data não determinada entre Janeiro e Fevereiro de 2019, a alegada vítima, então com 16 anos, acedeu à plataforma informática “GRINDR”, destinada a conversas e encontros de natureza homossexual, na qual encontrou o arguido.

O arguido iniciou então conversação com o menor, passando a comunicar depois por WhatsApp, depois da troca de números de telemóvel. O MP sustenta também que o menor informou Luís Pinto da sua idade e das dificuldades económicas que passava.

Segundo as acusações, as quantias oscilavam entre 30 e 50 euros, às vezes chegando entre os 100 e 120 – com o menor a apenas receber tais quantias em troca de favores sexuais. Entre Maio e Agosto, a vítima deslocou-se a casa do acusado em pelo menos 50 ocasiões.

Luís Pinto, de 59 anos, foi um dos membros fundadores do Académico de Leiria, é membro da Comissão Política Concelhia de Leiria do PS e pediu a suspensão do mandato na Assembleia Municipal de Leiria assim que o caso foi tornado público.

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