Rui Alves, presidente do CD Nacional da Madeira, confirmou o cancelamento do acordo com o grupo asiático ACAFP, que previa a aquisição de 60% da SAD insular por 13 milhões de euros. A decisão foi justificada com a ausência de garantias quanto à competência da estrutura que os investidores pretendiam implementar na liderança do futebol profissional.
De acordo com o dirigente madeirense, a pessoa indicada pelo grupo para assumir o comando da vertente desportiva não reunia qualquer experiência relevante no meio. Essa falta de preparação acabou por minar o avanço de um negócio que, na ótica da direção alvinegra, colocava em risco a identidade e a estabilidade do clube.
O grupo ACAFP detém participações em vários clubes europeus, incluindo o Charlton Athletic, em Inglaterra, o Juventud de Torremolinos, em Espanha, e o Deinze, da Bélgica. Apesar do peso financeiro da proposta apresentada, o Nacional optou por preservar a autonomia da sua estratégia desportiva.
A ruptura das negociações surge num momento decisivo para a preparação da nova temporada, num clube que procura estabilizar-se após anos de oscilações entre divisões.





