OFICIAL: Palmeiras, de Abel Ferreira, garante capitão do Botafogo, de Martín Anselmi

O Palmeiras oficializou, este domingo, a contratação de Marlon Freitas, médio defensivo que nas últimas três épocas representou o Botafogo, onde assumia a braçadeira de capitão. A transferência, que começou a ser falada ainda no dia de Natal, ficou rapidamente fechada entre os dois clubes brasileiros.

Aos 30 anos, Marlon Freitas assinou contrato com o emblema paulista até ao final de 2028, depois de uma passagem de grande impacto pelo Botafogo, onde conquistou o Campeonato Brasileiro e a Taça Libertadores de 2024, sob o comando de Artur Jorge. A mudança representa também uma troca no banco técnico, já que o médio deixa agora Martín Anselmi, ex-treinador do FC Porto, para passar a trabalhar com Abel Ferreira.

«É uma oportunidade enorme na minha carreira. Estou muito feliz por estar aqui e por fazer parte da Família Palmeiras. Tenho a convicção de que este casamento já deu certo e que será um ano vitorioso para nós. Estou ansioso por jogar no Allianz Parque com os adeptos, conhecer os meus companheiros, os funcionários e perceber como o clube funciona. Todos falaram muito bem, estou muito feliz por estar aqui», afirmou o jogador aos meios oficiais do clube.

Formado no Fluminense, Marlon Freitas construiu uma carreira marcada pela diversidade de experiências. Passou pelo Fort Lauderdale Strikers, nos Estados Unidos, e pelo Samorín, na Eslováquia, antes de regressar ao Brasil para representar o Criciúma, em 2018, e o Botafogo-SP, em 2019. Entre 2020 e 2022, destacou-se ao serviço do Atlético Goianiense, onde realizou mais de uma centena de jogos, foi peça-chave no onze e conquistou dois campeonatos estaduais.

Ao serviço do Botafogo, Marlon totalizou 186 jogos oficiais e apontou cinco golos, assumindo um papel central no balneário e dentro de campo. Segundo o Globoesporte, o Palmeiras apresentou uma proposta na ordem dos cinco milhões de euros, aceite pelo clube do Rio de Janeiro, que detinha 90% dos direitos económicos do atleta. Marlon Freitas, que tinha contrato até dezembro de 2026, abdicou dos 10% a que tinha direito para facilitar a conclusão do negócio.