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Chéu quer voltar a treinar na Liga portuguesa

Ricardo Chéu, treinador português que orientava o Spartak Trnava, da Eslováquia, viu-se obrigado a regressar a Portugal depois da pandemia de covid-19 ter causado o colapso financeiro do clube.

“Foram meses muito difíceis, longe da família e sem poder fazer o que gosto» disse à Lusa o técnico de 39 anos, que se viu «obrigado a colocar um ponto final numa relação que estava a correr bem, com o Spartak em posição de Liga Europa”, confidenciou.

Há pouco mais de duas semanas em Portugal, Ricardo Chéu recorda os meses “muito difíceis” desde que a pandemia de covid-19 “acabou com os campeonatos e fechou as fronteiras”, e desde fevereiro que não via a sua família.

“O clube entrou em colapso financeiro [devido à pandemia] e optou pela venda dos principais jogadores, recorrendo a jogadores muito jovens para o plantel. Deixou de ser o projeto ambicioso que pretendia”, adianta, acabando por negociar a saída do clube.

Ricardo Chéu é agora “um treinador no mercado”, tendo já rejeitado “algumas propostas para treinar na II Liga”, afirmou.

“A prioridade é poder voltar a treinar na I Liga, porque penso ter condições para isso, e ser hoje um treinador mais bem preparado para esse desafio”, considera.

A estreia no escalão principal aconteceu em 2014/15, no comando do Penafiel, mas foi uma experiência curta, com apenas quatro jogos no comando dos penafidelenses.

O treinador considera que a decisão terá sido “precipitada” ao assumir esse desafio, e que o Penafiel “não estaria totalmente preparado para a I Liga”.

Depois de duas temporadas no Académico de Viseu, passagens pelo Freamunde e União da Madeira, e a experiência estrangeira no Rieti (Itália) e nos eslovacos do FK Senica e Spartak Trnava, considera ter «todas as condições e experiência» para um desafio no principal escalão do futebol português.

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