Vitória Futebol Clube: Paulo Gomes promete “recorrer a todas as possibilidades legais”

FUTEBOL - Paulo Gomes, apresenta a candidatura à presidência do Vitória de Setúbal, durante uma conferência de imprensa ,em Setúbal.Terça - feira, 7 de Janeiro de 2020. (ASF/JOSE LUIS) PAULO GOMES

O Vitória de Setúbal reiterou, em nota de imprensa assinada pelo presidente Paulo Gomes, que o clube da I Liga não aceita o impedimento de inscrever a sua equipa principal de futebol nas provas profissionais.

Depois de a Comissão de Auditoria da Liga Portuguesa de Futebol Profissional (LPFP) reprovar os processos de licenciamento e decretar a descida ao Campeonato de Portugal, o clube confirmou que vai recorrer da decisão.

“O Vitória Futebol Clube reitera uma vez mais que vai recorrer da decisão para o Conselho de Justiça da Federação Portuguesa de Futebol, estando a trabalhar no limite, e a recorrer a todas as possibilidades legais, para a nossa defesa. Não aceitamos esta decisão de forma alguma”, vincou.

O dirigente afirma que o clube, que foi apontado como não tendo comprovado a “inexistência de dívidas a Sociedades Desportivas; Inexistência de dívidas a jogadores, treinadores e funcionários (9) e a regularidade da situação contributiva perante a Autoridade Tributária”, tem fundamento para a insuficiência nos três critérios apontados.

“O Vitória FC tem fundamento para os três critérios apresentados como insuficientes. O Vitória FC sempre cumpriu e liquidará todas as dívidas que sejam certas, líquidas e exequíveis, não deixando de refutar e contestar aquelas que carecem de sustentação legal ou contratual ou se revelem abusivas numa tentativa de enriquecimento sem causa, sustentada na “pressão” de um processo de licenciamento”, referiu.

“Sabemos também que existem dívidas entre clubes, assumidas em conferências de imprensa, acrescentando-se a isso dívidas também para com o próprio Vitória FC por parte de outras sociedades desportivas. Nenhuma dessas tem, contudo, o tratamento e as consequências idênticas, deixando no ar um clima de impunidade, e, novamente, um tratamento diferenciado”, acusou.

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