Noite de sexo coloca imagem de Virginia Fuchs em causa

Virginia Fuchs, pugisilta norte-americana, tinha em fevereiro último acusado positivo num controlo antidoping no qual foram detetados no seu organismo vestígios de letrozol, substância por vezes utilizada para mascarar o consumo de outros produtos, e de GW1516, um medicamento cujos efeitos são similares ao da EPO.

A pugilista, porém, desde o início jurou inocência e acabou por ser agora efetivamente ilibada pela Agência Antidipagem dos Estados Unidos, USADA, que deu razão aos argumentos de Virginia: as substâncias proibidas chegaram ao seu organismo por culpa de relações sexuais sem proteção com o namorado.

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