Directivo diz que direção quer “camuflar a crise”

A Associação Directivo Ultras XXI, claque do Sporting, deixou críticas à direção leonina, após a rescisão dos protocolos assinados com as claques, na sequência das tentativas de agressão a Frederico Varandas.

A claque mostrou-se “supreendida com a emissão unilateral do protocolo celebrado conjuntamente, e por obrigação legal, no passado dia 31 de Julho de 2019”, e critica o “timing” da decisão, após uma derrota frente ao Alverca, por 2-0, na Taça de Portugal.

“Num momento em que tudo serve para afastar do espaço mediático as merecidas críticas e a contestação a uma gestão danosa dos destinos do clube e da SAD, não deixamos de registar e lamentar o timing escolhido para a publicação do referido comunicado, numa clara tentativa de camuflar a crise vivida e, em especial, a vergonhosa eliminação da Taça de Portugal, retirando estes temas da habitual discussão televisiva de domingo à noite, fazendo das “claques” o bode expiatório ideal”, pode ler-se.

O Directivo admite ter tentado contactar a direção do Sporting para “obter internamento informações e esclarecimentos”, embora o Sporting não se tenha mostrado disponível para “promover o desejável diálogo entre as partes”.

Tal como a Juventude Leonina, o Directivo questiona a licitude do término do protocolo: “Cumpre-nos informar que, nos termos da cláusula 20.ª do protocolo, encontram-se previstos formalismos contratuais que, até ao momento, não foram cumpridos”.

A claque compromete-se continuar a apoiar, de forma “incondicional”as equipas do Sporting de “futebol e nas restantes modalidades”.

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