Vencedor na Austrália e no Bahrain, o alemão Sebastian Vettel (Ferrari) chega ao traçado chinês de Xangai moralizado e com vontade de vencer pela terceira vez consecutiva. Uma situação que provocaria um significativo abalo na confiança do inglês Lewis Hamilton (Mercedes), que é o seu mais sério adversário na luta pelo título.

Segundo na Austrália, por erro tático da equipa, e quarto no Bahrain, depois de ter saído de nono, em consequência de uma penalização de cinco lugares, Lewis Hamilton sabe que tem de começar a inverter a situação, para reduzir os 17 pontos de atraso que regista após as duas primeiras corridas.

Do ponto de vista teórico, os finlandeses Kimi Raikkonen (Ferrari) e Valtteri Bottas (Mercedes) deverão ser “fieis escudeiros” dos seus chefes de fila, ainda que com autorização para discutirem as vitórias, quando eles não estiverem em condições de o fazer, como sucedeu no Bahrain, onde Valtteri Bottas tentou, até ao fim, surpreender Sebastian Vettal.

Curiosidade em relação àquilo que a Red Bull, que tem estado na discussão das primeiras posições nos treinos, poderá fazer depois de ter falhado de forma clara no Bahrain, onde os dois carros não passaram das primeiras voltas. Aguarda-se a confirmação do bom desempenho do francês Pierre Gasly (Toro Rosso/Honda), quarto no Bahrain, naquele que foi o melhor resultado do motor nipónico desde o regresso à F1, em 2015.

Apesar de ter dificuldades em chegar à Q3, a McLaren, este ano com motores Renault, viu os seus dois pilotos, o espanhol Fernando Alonso e o belga Stoffel Vandoorne, terminarem as duas corridas nos lugares pontuáveis, o que coloca a equipa e Woking no terceiro lugar do Mundial, atrás de Ferrari e Mercedes, posição de que esteve arredada quando usava motores Honda.

 

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