A juíza de instrução Cláudia Pina, encarregue do processo "e-toupeira", deixa Paulo Gonçalves em liberdade mas proíbe o diretor jurídico da SAD do Benfica de contactar com os restantes arguidos do processo.

Já José Silva, técnico informático do Instituto de Gestão Financeira e Equipamentos da Justiça, fica em prisão preventiva, a medida de coação mais gravosa.

Nem José Silva nem Paulo Gonçalves prestaram declarações à saída do Campus da Justiça, em Lisboa, remetendo-se ao silêncio após consulta de todo o processo.

Numa primeira fase, o Ministério Público requeria que Paulo Gonçalves ficasse impedido de entrar no Estádio da Luz. Ora, a juíza encarregue do caso "e-toupeira" não acedeu a esse pedido, optando apenas pela tal proibição de contactos com os outros arguidos.

Desta forma, Gonçalves pode frequentar a Luz e, por consequência, manter-se em funções no Benfica, até porque não foi anunciado qualquer tipo de suspensão do assessor.

 

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