Miguel Oliveira (KTM) voltou ao pódio no traçado de Termas de Rio Hondo (Argentina) mas, desta vez, no lugar mais baixo, em lugar do intermédio ocupado o ano passado.

Autor de um arranque, o “motard” português “saltou” para terceiro e entrou na discussão pela vitória, com o italiano Mattia Pasini (Kalex) e o espanhol Xavi Vierge (Kalex), que terminaram à sua frente.

A luta entre os três foi empolgante, com constantes trocas de posições, muitas delas quando um dos pilotos era “obrigado” a ir para a zona húmida do asfalto.

Miguel Oliveira chegou a passar pelo comando, a última vez a seis voltas do fim, mas não conseguiu resistir aos ataques dos seus adversários para revelar no final que “foi um bom resultado, em termos pontuais, mas na parte final os pneus já estavam demasiado desgastados e não consegui imprimir o ritmo que queria, mas demonstrámos que estamos na luta”.

Em termos de campeonato de Moto2, Miguel Oliveira permanece no quinto lugar, a 11 pontos, do italiano Mattia Pasini que, como consequência da vitória ascendeu ao comando.

A corrida de MotoGP ficou marcada pela recusa dos pilotos, com exceção de Jack Miller (Ducati), em entrarem na pista, por a chuva ter começado a cair e a direção da prova não declarar a corrida “molhada”.

Após muita discussão, e quando as condições atmosféricas melhoraram, a grelha de partida foi formada mais atrás do que seria suposto, o que permitiu a Jack Miller partia com 25 metros de avanço sobre a concorrência.

Em Moto3, o italiano Marco Bezzecchi (KTM) assegurou o seu primeiro triunfo mundial, por ter sido que melhor sobe gerir as “armadilhas” do molhado asfalto do traçado argentino.

O espanhol Aron Canet (Honda) e o italiano Fabio Di Giannantonio (Honda) completaram o pódio, a mais de quatro segundos do vencedor, o que representa uma “eternidade” em termos da categoria que costuma proporcionar corridas muito mais equilibradas.

 

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