O Sindicato dos Jornalistas (SJ) enviou, esta segunda-feira, à Assembleia da República, à Procuradoria-Geral da República, ao Ministério da Administração Interna e às polícias as principais queixas e preocupações de vários órgãos de informação nacionais, no contexto do crescente ambiente de hostilidade contra os jornalistas, no futebol.

Na exposição de motivos, o SJ recorda que "a liberdade de imprensa é um pilar fundamental da democracia", mas tem sido "condicionada por pressões ilegítimas e ameaças graves à integridade física e à dignidade profissional dos jornalistas".

O sindicato exorta a que se seja tomada "uma posição firme no sentido de garantir o livre exercício da liberdade de imprensa", apelando "às entidades responsáveis que garantam a segurança dos jornalistas em exercício de funções, nomeadamente passando a estar presentes nas zonas de trabalho reservadas à imprensa".

O SJ destaca que as condições de segurança essenciais à exerção da liberdade de imprensa "são de responsabilidade partilhada entre autoridades públicas, entidades como a Liga Portuguesa de Futebol Profissional e a Federação Portuguesa de Futebol e os clubes desportivos".

Realçando que "não são necessárias mais leis", o SJ argumenta que "importa é monitorizar e fiscalizar a sua aplicação prática", além de impor sanções aos que transgridem, dentro ou fora de recintos desportivos.

 

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